A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil

Enviada em 17/01/2020

Na antiga Esparta, os jovens começavam a estudar aos 7 anos e aos 18 já iniciava a carreira militar ou sua função na cidade, não existia desemprego, cada um tinha sua função. Hodiernamente, há uma alta taxa de jovens que nem trabalham nem estudam no Brasil. Esse fato se deve, principalmente, pela má gestão política do Governo, que, por sua vez, prejudica que esses mancebos ingressem nas faculdades e/ou consigam empregos.

Em primeiro lugar, é importante salientar a má atuação do Governo para que haja mais desocupados no país. A ‘‘operação lava jato’’, que visa prender políticos corruptos e recuperar os investimento desviado, já recuperou cerca de 2,5 bilhões de reais. Portanto, desse modo, a corrupção prejudica a qualidade das escolas públicas, impedindo que os indivíduos que as frequentam tenham um ensino de boa qualidade. Assim, resta claro que, com a péssima qualidade do ensino, os alunos terão piores qualificações para o futuro.

Em conseguinte, com as baixas qualificações que  esse alunos recebem das escolas vem a dificuldade em procurar empregos e fazer um curso superior. De acordo com dados do IBGE, 20 porcento dos jovens, composto majoritariamente por pobres e mulheres, entre 18 e 24 anos, se encontram sem estudar e ou trabalhar. Essa estatística revela o alto índice de  jovens vadios no país que, em sua maioria, têm a necessidade de participar das escolas públicas, as quais estão em defasagem disciplinar, e, por isso, não oferece a  oportunidade desses estudantes se qualificarem.

Desse modo, de acordo com as considerações apresentadas, é de suma importância que o povo lute por seus direitos, criando manifestações que visem ir contra a corrupção no país e garantir o investimento adequado no área escolar. Isso deve ser feito com o intuito de melhorar as escolas e, consequentemente, a competência dos estudantes, possibilitando, assim, que eles possam seguir adiante com suas carreiras e profissões.