A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil

Enviada em 01/02/2020

Com a necessidade de combater os altos índices de jovens “nem-nem” no Brasil, é possível afirmar que é um conflito que gera consequências negativas para os jovens e para a sociedade de um modo geral. Tendo em vista, não só os fatores maus aos adolescentes tais como falta de renda e de ensino escolar concluído, como também a queda de mão de obra e a dificuldade de se inserir no mercado de trabalho são motivos a serem levados em consideração para que as chances diminuem.

Primeiramente, a princípio, como a economia brasileira pode ser afetada negativamente. O Brasil é um país emergente que em 2012 chegou a impressiva marca de 6° maior PIB, segundo o Fundo Monetário Internacional. Todavia, desde lá vem em uma constante queda, que pode ter sido influenciada pela geração em debate, já que como essas pessoas não trabalham, acabam consumindo muito pouco, algo que no capitalismo é um problema, pois ele depende do consumismo. Logo, é previsto que o governo fomente a atividade monetária nesse grupo, especialmente pelos programas sociais.

Para o estado eles são prejudiciais pois os números de desempregados em pesquisas e à médio, longo prazo podem trazer efeitos ruins na economia. Uma vez que se perde mão de obra jovem e que tinha potencial para ser qualificada se não tivesse que se preocupar com outras atividades devido às necessidades e circunstâncias propiciadas pelo país que vivemos.

Com tudo medidas podem ser tomadas para resolver o impasse, com a necessidade de combater os altos índices de desempregados, e isso é um grande fato, pois não tem pontos positivos para os próprios jovens e para a sociedade. Eles ocorrem principalmente devido as pessoas de baixa renda terem que exercer outras atividades e pela falta de oportunidade. Ademais organizações não governamentais devem ser facilitadores para que os jovens não abandonem a educação regular, oferecendo aula de reforço escolar, bem como, atividades virtuais: EAD (Educação a Distância), e exigindo a frequência na escola para serem aceitos a esses programas paralelos com o intuito de provar a necessidade de conhecimento para esse grupo social.