A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil

Enviada em 11/02/2020

É notório que, no cenário contemporâneo brasileiro, o combate aos altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil mostra-se extremamente necessário, de modo que incentiva o desenvolvimento de doenças emocionais, juntamente ao crescimento da criminalidade no país. Deste modo, torna-se evidente o grave prejuízo gerado pela estagnação profissional dos jovens e adolescentes brasileiros.

Sabe-se que, nos últimos anos, o índice de doenças como ansiedade e depressão, têm aflorado exarcebadamente diante do desemprego populacional, de forma que milhares de brasileiros, os quais não se encontram no mercado de trabalho, tendem a se sentir desvalorizados e incapazes. Outrossim, enfermidades como obesidade e sedentarismo tornam-se, aos poucos, presentes na realidade destes indivíduos, os quais costumam permanecer sem ocupações.

Segundo Nelson Mandela - principal líder e ativista contra o regime do apartheid - o conhecimento é a principal arma que podemos usar para mudar o mundo. Desta maneira, é válido ressaltar que, na ausência de emprego e escolaridade direcionados ao setor de baixa renda da população, os jovens recorrem a métodos ilegais tais como violência, roubo e pirataria, a fim de garantir sua subsistência. Este fato, infelizmente, não compactua com a sentença de Mandela, o que, assim, evidencia a necessidade da escolaridade e do empregamento de todos os cidadãos.

Portanto, se faz imprescindível a ação do governo, em companhia do ministério da educação, de modo que garantam a construção de escolas estaduais de melhor estrutura, para que jovens de baixo poder aquisitivo possam ter acesso à educação necessária que enriqueça seu futuro. Por conseguinte, apenas dessa maneira a necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham não será mais presente no Brasil.