A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil

Enviada em 19/02/2020

Dentro da realidade brasileira, o percentual de jovens “nem-nem”, aqueles que nem trabalham e tampouco estudam, chega até 20% da população entre 14 e 29 anos, segundo estatísticas do IBGE, destacando-se a região do Nordeste com 25,5% de distribuição. Esses altos índices acarretam complexidades para a construção de uma sociedade próspera e civilizada.

A falta de escolaridade é a principal razão pela taxa de desemprego entre os jovens. Muitos dos empregos de hoje em dia requerem algum nível escolar, principalmente o ensino médio ou o ensino superior; dentro de uma realidade onde uma notável quantidade de adolescentes nem conseguiram terminar o ensino fundamental. Contudo, a taxa de desempregados e a de empregos informais, aqueles que não requerem ou requerem um baixo nível de educação escolar; aumentarão.

Além disso, a criminalidade nas ruas também terão seu acréscimo . Nas instituições educacionais são ensinados valores sociais, onde os alunos aprendem a ser bons cidadãos, a ter direitos e deveres, e a respeitar as leis. A indisponibilidade desses recursos não ajudarão na redução dessas delinquências. Como resultado, o tráfico de drogas se tornará mais recorrente, já que é uma forma fácil de ganhar dinheiro; e o número de sem-teto permanecerá com seus altos índices, pois aqueles que não estudaram, provavelmente não conseguirão um emprego que os sustente.

No entanto, o alto índice de jovens “nem-nem” deve ser combatido.Para amenizar essa situação, deverá haver um investimento na educação, principalmente a pública, já que a maior parte desses jovens vÊm de uma família pobre; onde todos poderão ter seu acesso. com isso, a ideia de construção de uma sociedade mais avançada e florescente se tornará realidade.