A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil

Enviada em 16/02/2020

No cenário mundial dominado pela globalização é necessário que os países tenham frotas de mão de obra especializada para manterem-se no mercado internacional. Nesse cenário, jovens que não ocupam nenhum serviço ou estudo, a geração “nem-nem” carregam preocupações governamentais e individuais, e por isso, medidas devem ser tomadas.   Educação é um direito previsto na constituição nacional e por isso, devem ser redirecionadas aos jovens de maneira completa e bem estruturadas. Principalmente porquanto alguém que não teve qualidade no ensino é mais propenso a aderir ao tráfico e a criminalidade, assim, quando oferecido um estudo e uma escola adequados, as chances de evasão escolar são drasticamente reduzidas, isso porque os adolescentes saberão que com uma boa base curricular escolar poderão ter uma boa formação e uma melhor oportunidade de emprego.

Contudo, não é apenas uma obrigação governamental dar aos estudantes ensejo de estudo e trabalho, se não houver uma cobrança e estímulo por parte da família, pois, muitos jovens acabam por desistir de estudar e trabalhar por falta de incentivo, essa teoria é comprovada pelo médico psiquiatra Içami Tiba que diz “Educação não pode ser delegada somente à escola”, comprovando que uma base familiar contribui de maneira a cativar os filhos a buscar pelo estudo e consecutivamente, pelo trabalho.

Desta maneira, convém ao Ministério da Educação ampliar a rede de ensino através de revisões da BNCC –base nacional curricular- e implantação dessa em todo território nacional para dar aos jovens melhores qualidade de aprendizagem, para que não desvirtuem-se da escola e saiam em busca de um emprego, também é de interesse do mesmo Ministério criar conjuntamente a psicopedagogos programas de auxílio a pais e filhos, que seja lecionado nas escolas, onde as famílias poderão ser orientadas a como estimular e cobrar de maneira justa o aprendizado e o trabalho desde cedo em casa, para que dessa forma, a geração “nem-nem” consiga começar a deixar de existir pelo bem individual e do próprio país.