A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil
Enviada em 23/02/2020
Toma - se conhecimento que de acordo com o Banco Mundial, 11 milhões de jovens também conhecidos como “nem - nens”, entre 19 e 25 anos não estudam e não trabalham. Em um país cuja força de trabalho está ficando mais velha e começará a diminuir em 2035, dados como esse é preocupante, pois é como se 1/4 da população estivesse perdida sem saber o que fazer.
Dessa forma, os jovens brasileiros considerados “nem-nens” ou “desengajados” têm diversas razões para estar assim. São obstáculos relacionados a pobreza, educação deficiente, falta de estrutura familiar, de redes de apoio e de exemplos positivos e desigualdade de gênero. Ou todos eles juntos.
“Mas são jovens que têm acesso a educação de baixa qualidade e que, por isso, encontram dificuldade no mercado de trabalho. De fato, os gestores e as políticas públicas têm que olhar um pouco mais para eles…” diz a pesquisadora Ipea Joana Costa, para ela os resultados são bastante otimistas, pois mostram que os jovens não são preguiçosos.
Embora o termo nem nem possa induzir a ideia de que os jovens são ociosos e improdutivos, considerando todos os países pesquisados, dos jovens nem nens estão procurando trabalho, principalmente os homens. E mais da metade se dedicam a trabalhos de cuidados domésticos e familiares, principalmente as mulheres.
Em virtude dos fatos mencionados, é de suma importância que o presidente priorizasse: emprego, saúde, educação - e desse mais atenção, que tivesse um olhar especial para os jovens conseguir cursar o nível superior pois essa é a geração que será o futuro do país.