A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil
Enviada em 02/04/2020
De um lado jovens sustentados pelos pais e sem interesse na construção de uma carreira acadêmica própria. De outro uma juventude sem oportunidades de emprego e chances de ingressar em boas universidades, esses são os denominados nem-nem, que atualmente contam como 23% da população jovem do país, segundo o IPEA.
Essa é a triste realidade do Brasil que utiliza dessa nomeação, que é fruto de um preconceito da maioria, que acha que a culpa é exclusivamente dos jovens por estarem “parados”, entretanto a péssima educação dada pelos pais é um dos fatores importantes que devem ser levados em consideração, como já dizia Esopo: “Não se podem censurar jovens preguiçosos, quando o responsável por eles serem assim é a educação de seus pais.”
Além desse motivo, há outras explicações para os índices serem altos: as condições ruins de trabalho com a incidência de subempregos,e instabilidade no ofício, por conta da inexperiência; escassez de investimentos na criação de vagas públicas e principalmente crise econômica relacionada a administração da presidência.
Dessa forma, o governo deve, através do redirecionamento de investimentos controlados pelo superministério da economia, criar mais vagas para a entrada de todos em faculdades públicas, incentivarem financeiramente o empreendedorismo da juventude e aumentarem a porcentagem de estagiários e jovens aprendizes nas empresas, com a finalidade de diminuir o número de nem-nem no Brasil.