A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil
Enviada em 02/04/2020
Indubitavelmente os jovens que nem estudam e nem trabalham geram problemas na sociedade, tanto na área da educação, pelo fato de muitos deles não possuírem um ensino superior, quanto na área da economia, ao passo em que esses se encontram e são classificados como população economicamente ativa mesmo que não atuem no mercado de trabalho. Uma adversidade silenciosa que deve ser combatida.
A princípio deve-se analisar as origens desse problema, as quais podem ser diversas, no entanto sabe-se que a grande maioria dos casos esses jovens não se encontram nessa situação por vontade própria, mas sim por falta de opção, ora no âmbito educacional ora no mercado de trabalho.
Sabendo disso, e tendo em vista que uma considerável parte dos jovens encerram os estudos no ensino médio, deve-se então disponibilizar a esses jovens um maior acesso ao curso superior, essa realidade seria possível por meio do aumento de universidades que aceitem programas como Prouni e Fies, tais quais viabilizam economicamente o acesso à universidade para os jovens.
Sobre essa mesma ótica, tratando-se da inserção de mais jovens no mercado trabalho, uma solução adequada para esses determinados jovens seria a amplificação do programa “Aprendiz legal” para mais empresas. Esse programa prepara o jovem para o mercado de trabalho ao passo em que faz contratos com a condição de aprendiz, algo que dá acesso a muitas oportunidades para a garantia de um emprego.
Em suma, é preciso que haja, pelo Superministério da Economia em parceria com o Ministério da Educação, a amplificação do Prouni e do Fies para mais universidades privadas e a amplificação do programa “Aprendiz legal” para mais empresas. Isso tudo seria possível por intermédio de incentivos a essas empresas e universidades, com a diminuição da cobrança de impostos e consequente aumento de trabalhadores e estudantes, com a finalidade de erradicar o número de jovens que nem estudam e nem trabalham no Brasil.