A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil
Enviada em 30/03/2020
A vida do ser humano é marcada por fases que, por sua vez, são marcadas por eventos sociais e biológicos, os quais influenciam a vida e o desenvolvimento do individuo.
Há quem diga que a juventude, entre 15 e 29 anos, é a melhor de todas as fases, já que o indivíduo começa a ter mais liberdade para tomar decisões e conhece, de fato, o mundo que o cerca. Entretanto, por ser uma fase de transição para a vida adulta, essa também trás responsabilidades diversas, como trabalho e estudo.
Porém, a realidade nem sempre é essa: segundo dados do IBGE, 23% dos jovens entre essas idades não estudam e nem trabalham. Segundo a analista da pesquisa do IBGE, Marina Águas, os afazeres domésticos e cuidados de pessoas estão entre os principais obstáculos que impedem os jovens de continuar os estudos ou arrumar um trabalho remunerado.
Em contrapartida, aproximadamente 60% dos jovens de 15 a 29 anos conciliam estudo e trabalho, segundo a pesquisa “Juventude na Escola” feita pelo MEC. Isso corre geralmente pois o jovem estudante precisa trabalhar para complementar a renda familiar.
Para que os jovens permaneçam em sua jornada de estudo e trabalho, é necessário que haja maior incentivo, por parte de programas sociais, já que esses tem uma baixa expectativa em relação a outros jovens por acreditarem possuir menor autonomia sobre suas vidas. Com um programa social promovido pelo governo para incentivar esses jovens em suas jornadas de trabalho e estudo, eles conseguirão mais autonomia e prosperidade.