A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil

Enviada em 30/12/2020

Os jovens que não trabalham nem estudam representam grande parcela da população, segundo o Ministério da Educação. Tal índice acarreta prejuízos à população, pois enquadra as minorias que se encontram em vulnerabilidade social e para economia tal situação representa um déficit, pois não há pessoas com potencial para entrar no mercado de trabalho nem pessoas trabalhando.

Ademais, os jovens que nem trabalham nem estudam são pessoas com obrigações com amigos ou familiares e mães solteiras. Geralmente são pessoas que precisam sustentar filhos, parentes próximos ou amigos; mães solteiras largam os estudos para cuidar dos filhos, assim, os mesmos não encontram tempo para se capacitar para o mercado de trabalho ou investir numa formação acadêmica.

Mas também, há elevação do índice de jovens que não trabalham nem estudam, devido as escolas públicas serem de péssima qualidade, o que desmotiva os jovens a seguir estudando, assim, acabam por optar por empregos que pagam pouco e em que o trabalho é de 8 horas por dia e não há incentivos do governo para que os jovens continuem estudando.

Logo, para que o índice de jovens que não trabalham nem estudam seja reduzido, é necessário que o governo conscientize os jovens por meio de palestras sobre a importância de uma formação acadêmica e o ingresso ao mercado de trabalho e apoio por meio de centros de apoio para mães solteiras e pessoas cuidando de parentes próximos ou amigos.