A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil
Enviada em 26/03/2020
Governos, empresas, infraestrutura, empregados, comércio, impostos e governo. A economia de um estado gira como um ciclo, que nos últimos anos vem gradativamente sendo rompida pela falta de empregos e a eclosão de trabalhos informais. Fora dos temas sociólogos, a falta de trabalho no Brasil vem sendo um grande problema e a parcela que mais sofre com isso é o jovem, que por falta de políticas e incentivos governamentais, acabam sendo marginalizados por empresas e pela sociedade.
Primordialmente podemos destacar que grande parte desses jovens acabam desistindo de cursos superiores, seja pela falta de verba para quitar as parcelas da universidade ou simplesmente a dificuldade em se manter, o que a curto prazo os leva a trabalhos informais o que agrava a situação por não possuírem direitos ou até qualificação profissional curricular e a longo prazo acaba gerando um atraso na economia isso deve-se a falta de oportunidades, embora o trabalho seja assegurado pelo artigo 6 da constituição brasileira.
Em seguida, oriundos de um sistema capitalista, a busca por empregos acaba se tornando algo muito concorrido, e nisso não tem espaço para o jovem, como divulgado pelo IPEA somente 77 a cada 100 jovens estão desempregados, isso acaba gerando uma bolha socioeconômica, de modo que sem emprego, sem forma de se manter nos estudos, sem estudos, sem qualificação profissional para ter um emprego.
Portanto, medidas são nescessárias para resolver o impasse. Com o objetivo de reduzir o número de jovens sem emprego, o ministério do trabalho vinculado ao da economia deve criar por meio de projetos enviados a câmara dos deputados um programa de estágio com bolsas para jovens de 18 a 25 anos por meio de vagas em empresas conssedentes regidas por cotas para estudantes e desempregados com renda familiar bruta igual a 1,5 salário mínimo, agregando valores e conhecimentos para todos, e respeitando a constituição.