A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil

Enviada em 08/04/2020

Escrita pelo filósofo Thomas Morus, a obra “utopia” define a sociedade ideal como licíta, coesa e equitativa. Distante desse ideal, o crescente número de jovens que não estuda, e não trabalha, tem figurado um grave problema no cenário brasileiro. Nesse contexto, deve-se analisar, a falta de interesse entre os adolescente, e em consonância com a falta de motivação da parte familiar que contribuem, majoritariamente, para o agravemento da problemática.

Mormente, é importante ressaltar os fatores que possibilitam o aumento do desinteresse. Para o filisofo ateniense, Sócrates, “o que deve caracterizar a juventude é a modéstia, o pudor, o amor, a moderação, a dedicação, a diligência, a justiça e a educação. São estas as virtudes que devem formar seu caráter”.  Essa visão, embora correta, não é efetivada no hodierno cenário global, visto que, no Brasil, a maioria dos jonvens não procura se beneficiar, ao menos com o estudo, que possibilita a liberdade plena.

Ademais, é preciso compreender tal fenômeno no âmbito familiar.  Outrossim, é válido ressaltar que grande parte das famílias brasileiras, não são bem estruturadas, ou seja, não são motivações e expectativas de vidas para os mais jovens, o que ocorre deles não se espelharem em ninguém, e não haver motivação. Essa conjuntura contraria o pensamento deles, e são poucos que conseguem se desenvolver em meio a tanto caos.

Diante dos fatos expostos, o Ministério da Educação, junto com as instituições de ensino, devem promover palestras nas escolas, com pessoas formadas, tipo médicos, juízes, entre outros, com o propósito de que os jovens tenham alavancagens em seus pensamentos para o seus futuros. Em consonância, o Conselho Tutelar, deve conversar com os pais dos jovens, que não estudam e não trabalham, com o intuito de procurarem o motivo da problemática, e tentarem concertar. Feito isso, os jovens brasileiros, terão um vida mais harmônica, e sem problemas e consequências futuras.