A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil

Enviada em 22/04/2020

Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica (Ipea), cerca de 23% dos jovens brasileiros não estudam nem trabalham. Nesse sentido, no Brasil hodierno, essa elevada taxa que compõe a geração nem-nem é proporcionada, sobretudo, pelo pouco incentivo familiar e pela crise econômica. Por isso, é imprescindível que a Família, junto ao Governo, tome iniciativas para combater esse cenário precário.

Sob esse viés, é perceptível que a escassez de estímulo advindo por boa parte dos parentes promove, na maioria das vezes, o aumento de juvenis desocupados, já que sem o apoio e a orientação familiar, diversos jovens acomodam-se e não se animam para procurar um emprego nem para estudar. Por conseguinte, milhares de indivíduos ingressam na geração nem-nem. Essa realidade é vista na série “I Carly”, na qual mostra o personagem Spencer desempregado e despreocupado com os estudos por não receber conselhos e auxílios dos pais dele. Logo, faz-se essencial a atenção da Família com o escopo de reduzir o número de civis inativos.

Ademais, vale salientar que a instabilidade econômica promove a permanência da ociosidade,visto que alguns “nenens” até buscam um trabalho para pagarem a faculdade e terem independência financeira dos pais, mas devido ao desemprego crescente, dificilmente, conseguem ser contratados. Em decorrência disso, muitos cidadãos continuam na condição de desocupação. Um exemplo disso, é o caso de Gabriel, o qual trancou a faculdade por não ter condições de pagá-la, provocada pela perda e pela escassa oportunidade de emprego, uma vez que a crise econômica tem ocasionado o desemprego em massa, consoante o Domingo Espetacular. Dessa maneira, nota-se a fundamentalidade de ações governamentais para coibir essa péssima conjuntura.

Portanto, métodos são necessários para erradicar essa problemática. Para isso, cabe à Família fomentar a redução do contingente inativo, por meio do apoio e da orientação parental, dialogando com os filhos sobre a importância dos estudos e da independência financeira, a fim de diminuir o número de juvenis que não estudam nem trabalham. Além disso, o Governo deve estimular a criação de empregos, por intermédio de maiores investimentos na economia e melhor estratégia de facilitar o surgimentos de novos empreendimentos, com o intuito de diminuir o desemprego, assim, mais jovens terão oportunidades. Desse jeito, o número de pessoas que fazem parte da geração nem-nem irá reduzir.