A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil
Enviada em 04/05/2020
Educar os cidadãos.Essa seria a melhor postura a ser desenvolvida por todos os brasileiros a fim de cessar o impasse da geração jovem que nem trabalha e nem estuda.Entretanto,tal prática não tem concretização devido à negligência do governo e à cultura de não profissionalização,fato perturbador ao bem-estar dos indivíduos.Logo,uma remodelação quanto à postura apática vigente do corpo social e governamental deve ocorrer iminentemente,para que a harmonia social se torne um hábito imperativo no Brasil.
Nesse contexto,as barreiras entre os jovens e o trabalho está cada vez mais acentuada,visto que os mancebos,os quais ainda não tem carreira profissional sólida, não são inclusos na classe trabalhadora por serem considerados inexperientes,o que promove a transformação das relações no âmbito coletivo. Com efeito, Emile Durkheim afirmava sobre anomia social que país em desenvolvimento,a exemplo o Brasil,deveria apresentar políticas governamentais de inclusão efetivas, ação a qual incluiria os jovens no mercado de trabalho.Além disso,a falta de inclusão promove a frustração dos indivíduos,o que dificulta o desenvolvimento da população.Diante de tal pensamento, a ausência da postura enérgica do governo promoverá o regresso mental e o retrocesso da sociedade.
Outrossim,paralelo ao eixo histórico da Terceira Revolução Industrial,pode-se inferir a persistência da terceirização,cujo cenário capitalista, hodiernamente velado,deu início ao aumento do trabalho informal,o qual não precisa de profissionalização,uma marca negativa enraizada no corpo social pós-moderno.Ademais,esse fato histórico está intimamente ligado ao uso de maquinas que substitui o trabalho humano,o que levou ao desemprego estrutural e ao aumento do trabalho informal.Além disso, muitos dos indivíduos acreditam que o trabalho informal traga mais rendimento do que estudar para se profissionalização,visto que essa demora mais tempo para ter retorno.Dessa forma,mesmo visíveis tantos avanços em plurais âmbitos,a ausência de saneamento em áreas mais carente continua a estampar o cotidiano da população,fato que torna o Brasil suscetível ao declínio.
Urgem, portanto,ações sinérgicas entre os atores sociais,a fim de barrar o impasse da geração jovem e o trabalho de tais.Para tanto,compete a mídia, fomentar o pensamento crítico,visto que ela se comporta como agente influenciador do individuo,via ficções engajadas e pedagógicas,como minisséries e documentários,com a finalidade de promover o pensamento indagador da população.Para mais,o governo,preocupada em harmonizar os indivíduos,deve garantir o cumprimento da lei que promove o bem-estar dos indivíduos,por intermédio da fiscalização da sociedade,com o objetivo de mediar o bem-estar da população.Por fim,ocorrerá o enfraquecimento desse mal que persiste no Brasil.