A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil
Enviada em 07/05/2020
No convívio social brasileiro,há uma adversidade relacionada ao número de jovens que não estudam e nem trabalham.Dessa forma,tal situação é um grande problema para a nação,pois com a falta desses adolescentes nas escolas e no mercado de trabalho impossibilita um maior desenvolvimento tanto do indivíduo quanto do país.
Nesse contexto,para uma maior ação a fim de assegurar a educação e o trabalho aos jovens,a Constituição de 1988 e o Estatuto da Juventude garantem essas atos aos juvenis para que possam obter o direito ao ensino básico e sua inserção no mercado de trabalho.No entanto,mesmo com mecanismos jurídicos que asseguram os direitos dos juvenis,a da analise da Pesquisa Nacional por Amostra e Domicílio (PNAD),o qual relata que 20% dos jovens não estudam e nem trabalham sendo denominados de adolescentes “nem-nem”,sendo um grande problema,pois essa faixa etária e a mais proativa para o país e para o seu desenvolvimento.
Outrossim,mesmo com ações do Estado para garantir a educação e a inserção no mercado de trabalho,ainda há um problema relacionado a subestimação de empresas privas em aderir jovens nas primeiras tentativas de emprego,pela alegação de inexperiência dos juvenis.Desse modo,a ideia de que a falta de experiência dos adolescentes pode vir a prejudicar o ofício,pode causar a desistência de muitos adolescentes ao mercado de trabalho e procurarem outros meios não legais para sobreviver.
Portanto,para uma melhora na situação os jovens “nem-nem"a fim de que se tenha uma maior adoção desse juvenis na educação e no mercado de trabalho,o Ministério do Trabalho deve apresentar mais projetos que possuam o intuito de negociar com empresas privadas uma educação de para os alunos e uma maior inserção de jovens inexperientes no ofício,por meio de mesas redondas,panfletos informativos,campanhas midiáticas,cartazes,com o objetivo de haver uma maior negociação público privado para atender esse juvenis.