A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil
Enviada em 07/06/2020
Diante da dinâmica imposta pela pós modernidade, os caminhos para combater os altos índices de joves que nem estudam e nem trabaham no Brasil são desafiodoras. Nesse viés, enquanto o senso comum costuma estigmatizar o jovem como nem-nem performando com um vagabundo; especialistas mostram que a fata de oportunidade e educaçãoo são os fatores limitantes.
Da I Revolução Industrial ocorrida em meados do século XVIII até atual revolução técnico-cientifica, não são poucos os empregos que as máquinas têm tirado dos humanos. Nesse sentido, segundo o IBGE são mais de 23 milhões de jovens brasileiros que se encontram desempregados, e que não possuem condições de pagar pelos seus estudos. Portanto, mais do que uma massa de desempregados, trata-se de pessoas que vivem em um momento complexo da humanidade, onde homens são trocados por máquinas.
Indo além nessa perspectiva, para driblar os altos índices de jovens nesse panorama é preciso educação, objetividade e foco. Nesse bojo, o Ministério da Educação apresenta dados que mostram que apesar do ingresso dos jovens no nível superior, a taxa de de desistência é ainda alta tendo cerca de 45% dos discentes. Portanto, não basta entrar nas universidades é preciso condições para continuar.
Parafraseando, Nelson Mandela, a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo. Partindo dessa égide, são necessários ações que atuem em diração a um futuro mais promissor. Dessa forma, cabe ao estado com seu poder abarcativo e socializante ampliar as bolsas estudantis tanto nas universidades públicas, quanto na entrada e permanência nas universidade particulares como o FIES. Para além disso, cabe ao jovem o papel de se manter atualizado, pró-ativo e focado nos objetivos buscando cursos e palestras que aproximem ele dos seus objetivos.