A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil
Enviada em 15/06/2020
Grande parte da juventude hodierna está com o futuro ameaçado, pois após a conclusão do ensino médio, o acesso às universidades e ao mercado de trabalho está ficando cada vez mais difícil. Esta situação deve-se a vários equívocos, dentre eles, está a péssima qualidade do ensino nacional, e também, à grande dificuldade de conseguir um trabalho registrado sem portar um diploma de graduação. Isto deve ser alterado e melhorado no país o mais rápido possível.
Em primeiro lugar, para o filósofo prussiano Immanuel Kant, o indivíduo é o que a educação faz dele. Nesse contexto, a educação brasileira deve ser melhorada, pois o ensino básico presente não é suficiente para colocar o jovem na universidade, nem prepará-lo para o mercado de trabalho, que por sua vez, está cada vez mais saturado.
Em segundo plano, mas não menos importante, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, 23% dos jovens brasileiros formados no ensino médio estão desempregados e também afastados das universidades. Muitos destes, por não possuírem condição financeira para arcar com uma universidade particular, mas também existem alguns que, por vontade própria ou desanimo, preferem ficar ausentes de uma formação superior.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. O Governo Federal deve destinar verbas para melhorar a qualidade do sistema educacional público, mormente o ensino médio. Esta melhora deve acontecer por meio de contratações de profissionais mais capacitados e preparados para guiarem os jovens durante as aulas, o material didático também deve ser alterado e padronizado em todo o território nacional, pois assim a qualidade será garantida. As empresas devem estabelecer parcerias com os colégios e abrir processos seletivos a formandos, para assim, mandá-los diretamente ao mercado de trabalho. Assim, espera-se que a geração de jovens que nem estudam e nem trabalham seja diminuída no Brasil.