A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil

Enviada em 16/08/2020

Com toda certeza, o aumento de “nem-nem” no Brasil está diretamente relacionada com as desigualdades econômicas que já habitam neste país. A falta de boas condições de vida persistem desde a revolução industrial, quando o trabalhador deixou de ter importância para a sociedade e foi considerado apenas mais uma mão-de-obra.

À medida que o aumento de jovens que vem deixando o estudo de lado, não por opção e sim por obrigatoriedade, não impede só o crescimento dessas pessoas, como do país também. De acordo com uma pesquisa cerca de 66% das empresas do setor industrial reclamavam de falta de trabalhadores qualificados.

Uma vez que, de acordo com Kant: “o ser humano é aquilo que a educação faz dele”. A falta de incentivo aos estudos é apenas mais um fator predominante para o abandono a educação, essas pessoas ficam a margem da sociedade sem conseguir um emprego por não terem qualificação e não conseguem estudar por não ter condições financeiras. O que será feito dessas pessoas?

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. O MEC poderia visar mais para que os jovens consigam entrar com mais facilidade no ensino superior, com medidas de aumento de cotas para baixa renda, aumento de bolsas estudantis e bolsa de incentivo a educação, que poderia ser dada para pessoas com condições de vida precária economicamente.