A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil
Enviada em 01/10/2020
De acordo com o político e ativista social Nelson Mandela, a educação é a maior arma que se pode usar para mudar o mundo. Dessa maneira,é possível perceber que o Brasil, deve investir na educação, para combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham. No entanto, algumas medidas impedem que isso ocorra, como o ambiente familiar e o nível socioeconômico.
Primeiramente, é importante relatar o quanto o ambiente familiar pode influênciar no futuro de um jovem. Além disso, no filme Cidade de Deus, mostra a vida difícil e perigosa, entre o crime organizado e a violência policial, vivenciado em uma favela, na qual muitos jovens acabou entrando no “mundo do crime”. Nesta perspectiva, é evidente o quanto o lugar que uma criança cresça, possa fazer uma diferença no futuro profissional.
Ademais, vivemos em um país na qual o nível socieconômico é totalmente desigual e isso afeta algumas famílias. Pois, isso ocorre pelo baixo salário mínimo, que o governo oferece para a sociedade. Desse modo, não é o suficiente para que algumas famílias consigam sobreviver apenas com isso e os filhos entram no mercado de trabalho antecipadamente, para ajudar os pais a colocar a comida dentro de casa e assim, saem da escola antes de concluir o ensino médio, para poder dar o sustento para a família.
Portanto, fica evidente a necessidade de medidas para reverter a situação. O Estado deve criar projetos de trabalho, juntamente com o Ministério da Economia, para que as empresas contratem jovens entre 16 até 25 anos e que tenham pelo menos 20% do total de funcionários, nessa faixa etária de idade, na empresa. Dessa forma, será possível garantir que os jovens, conseguiam trabalhar e com dinheiro adquirido poder fazer uma faculdade, aprimorando seus conhecimentos e buscando por melhores condições de trabalho. Só então seremos uma sociedade que aumentará o IDH ( Índice de Desenvolvimento do Humano), melhorando o nosso país.