A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil
Enviada em 06/10/2020
Na idade média, o sistema Feudal dividia a população em várias classes, como: nobres, clero e camponeses. Na divisão do sistema atual surge uma nova classe, que são os jovens que não trabalham e não estudam, classificados como a geração “nem-nem”, sem expectativa de vida, esse grupo aumenta cada vez mais no Brasil. Diante dessa adversidade, é necessário o combate desse problema.
Primeiramente, cabe ressaltar que o que acentua ainda mais essas estatísticas são problemas antigos sofridos pela sociedade, como a desigualdade social e a pobreza. Haja vista que a maioria dos jovens brasileiros não tem apoio Governamental adequado para continuar na escola ou para conquistar um emprego formal. Além disso, a falta de estímulo para os alunos continuarem a estudar aumenta a evasão escolar, o que prejudica ainda mais o jovem.
Ademais, a falta de qualificação adequada dificulta a entrada dos jovens no mercado de trabalho, o que aumenta a busca de jovens brasileiros pelo emprego informal. Segundo a pesquisa divulgada pelo IBGE 38,4 milhões de pessoas trabalham em empregos informais e somente 33,7 milhões trabalham de carteira assinada, dados como esse mostra a evasiva de jovens para a informalidade.
Em síntese, medidas devem ser tomadas pelo Governo Federal para erradicar essa problemática, tais como: O investimento na criação de programas sociais que forneçam cursos de qualificação gratuitos aos jovens e também apoio psicológico nas escolas que encorajem os discentes a formação escolar. Espera-se que, com essas medidas essa classe de jovens que não trabalham e não estudam venha ser erradicada.