A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil
Enviada em 13/01/2021
A arte musiva, século VI ao XV, é representada por pequenas tesselas, as quais, quando isoladas não apresentam grande significado, no entanto, a união entre elas evidencia relevância e forte notoriedade. De maneira análoga, a necessidade de combater os altos índices de jovens nem nem, no Brasil, podem ser vistas pela óptica da arte bizantina, pois a união de todas as entidades favorece a diminuição destes jovens, porém quando isolados ressalta a fragilidade vivida por essa população. Nesse sentido, os fatores elementares desse cerne são a precariedade da educação pública, como também, a desigualdade social do país.
Nessa perspectiva, é notório evidenciar que a precarização da educação pública é um dos fatores desse imbróglio. Dessarte, isso ocorre devido à falta de infraestrutura das instituições, de atrativos no ensino para evitara desistência de alunos, e principalmente, em virtude da necessidade da população carente em sustentar seus familiares. Assim, como no curta metragem “Vida Maria”, do diretor Márcio Ramos, retrata a história de três gerações de mulheres que desistem dos estudos para ajudar a família, tornando -se um ciclo vicioso diante dessa situação. Além disso, a educação precária proporciona a juventude, a dificuldade no mercado de trabalho, pois a falta de qualificação prejudica nesse processo, e em razão disso aumenta, ainda mais, o número de jovens nem nem, no Brasil.
Indubitavelmente, é válido ressaltar que a desigualdade social é outro fator agravante para tal busílis. De acordo com a Constituição Federal de 1988, “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”, porém o artigo quinto não ocorre de maneira satisfatória no país, em virtude da má distribuição de renda, e também, por parte do poder público que não prioriza ações igualitárias para a população de baixa renda. Outrossim, as dificuldades dos jovens fica mais evidente em razão da classe social, no qual possui grandes deficiências na formação escolar e prejudica no mercado de trabalho, haja visto que os empregos estão pedindo mais qualificação profissional.
Diante disso, nota-se o crescimento dos jovens nem nem, no Brasil. Portanto, é necessário que o Ministério da Educação, juntamente, com políticas públicas, promova a melhoria da educação pública, por meio da ampliação de cursos profissionalizantes nas escolas que não possui tal recurso, como também, o auxílio dos tres poderes, principalmente, do legislativo para colocar em prática as leis existentes. Além disso, é dever do Ministério da Educação e das secretarias públicas promover projetos que incentivam os alunos a permanecer nas escolas, por meio de auxílios financeiros para a família e mudança da maneira tradicional de estudos e orientar sobre a importâncias destes. Por fim, o Ministério da Economia, juntamente com ONG’s para minimizar a desigualdade social, reformulando os projetos.