A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil
Enviada em 22/02/2021
A Magna Carta brasileira garante os direitos à educação e ao emprego. No entanto, esses direitos são contestados, uma vez que, de acordo com o IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estátistica, no ano de 2019, cerca de 11 milhões de jovens nem estudavam nem trabalhavam. Independentemente do fato que esses números são alarmantes, deve ser observado que a culpa do crescimento do índice de desocupação entre os jovens deve ser atribuida a falta de apoio dos órgãos públicos. A carência de medidas governamentais efetivas, para qualificar os jovens para o mercado de trabalho e para sua sua inserção no ensino superior, deve ser revertida com a implantação de palestras de ensino e a regulamentação de leis da federação.
A princípio, deve ser ressaltado que o Estado falha ao não promover palestras nas instituições de ensino para explicar e exemplicar a importância da entrada do jovem no mercado de trabalho e o valor do estudo na sociedade conteporânea. Sob esse mesmo ponto de vista, deve ser analizado que nenhum jovem irá se interessar em seguir uma carreira profissional ou buscar o ensino superior, se as escolas não organizarem palestras voltadas para os benéficios de uma ocupação especializada, ou seja, sem o apoio governamental nas escolas, a disponibilização de aulas de capacitação e do ensino sobre as vantagens trabalhistas, o jovem não se interessara em nenhum tipo de trabalho ou curso na pós graduação do ensino médio e a taxa de desemprego brasileira, que de acordo com o IBGE, já alcançou a margem de 27,1% aumentara ainda mais.
Além disso, deve ser observado que a falta de regulamentação de leis que regem o sistema educacional na federação tem sido um empecilho na busca pela redução nos índices de desemprego e desocupação no país. Isso tem como consequência a falta de compromisso dos órgãos públicos na implantação de palestras de ensino, que buscam habilitar os jovens para o mercado de trabalho e para o ensino superior, que são objetos fundamentais para a formação do cidadão, a fim de os preparar para as responsabilidades da vida adulta. Portanto, a interferência estatal é indispensável e extremamente necessària.
Em suma, com a falta de apoio governamental e a falta de regulamentação de leis, urge que o Ministério da Educação, junto ao Ministério da Propaganda, organize palestras semestrais, por meio de pequenos anúncios inseridos nos meios de comunicação online, para conscientizar a população sobre a taxa de desemprego no país , ademais de promover reuniões públicas para estimular a valorização do estudo, o que resultará no reconhecimento da relevância da educação, com o efeito de criar cidadãos mais informados e tolerantes.