A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil

Enviada em 18/04/2021

“No meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho”. Nesse trecho do poeta modernista Carlos Drummond, é notório que a sociedade encontrará dificuldades em seu percurso. Similarmente, as altas taxas de jovens que nem estudam nem trabalham é uma demonstração da adversidade encontrada em tais classes sociais. Assim, destacam-se: A ausência de instituições acessíveis de qualidade e a falta de cursos técnicos.

Em primeiro plano, destacam-se os inacessíveis cursos superior. Desse modo, uma pesquisa do (Ipea) demonstra que 23% dos adultos jovens brasileiros não estudam nem trabalham. Dessa forma, o contínuo descaso com tais indivíduos acarretará, demasiadamente, para problemas econômicos, sociais e psicológico dos mesmos.

Além disso, é visível que não há cursos técnicos para qualificação profissional. Consoante a isso, segundo o polímota Benjamin Franklin, “O talento sem educação é como prata na mina”. Sendo assim, entende-se que é de grande importância nacional o encaixe dos dotes indivíduais em suas respectivas áreas de aptidão, assim, tendo boa desenvoltura de atuação.

Portanto, fica evidente a necessidade de medidas para amenizar os altos índices de jovens que não estudam nem trabalham no Brasil. Por conseguinte, compete ao Governo Federal conceder financiamento estudantil integral e implementar ensino profissionalizante ao ensino médio. Somente assim, “pedras no meio do caminho” não serão impecilhos sociais.