A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil
Enviada em 24/06/2021
Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita onde há conflitos e injustiças sociais. Entretanto, fora da ficção, a realidade atual mostra o oposto do que o autor prega, uma vez que há desafios nenhum combate aos índices altos de jovens que nem estudam e nem trabalham no Brasil. Logo, esse cenário antagônico é fruto tanto da ineficiência de políticas públicas de incentivo, quanto da falta de estímulo familiar.
Nessa perspectiva, é válida a compreensão de que a negligência estatal dificuldade a erradicação do elevado número de pessoas da geração conhecida como “nem-nem”. Nesse contexto, o sociólogo Max Weber afirma que o Estado possui monopólio da justiça e da equidade, ou seja, deve garantir o bem-estar social a todos. Em contrapartida, o pensamento supracitado não está em vigência no espectro brasileiro, visto que, como assistências governamentais que promovem motivações a esses possuem, apresentam desempenhos falhos. E, por essa razão, a situação se agrava na medida em que o público-alvo se encontra carente não só na questão da educação, mas também na sua possibilidade de conseguir um emprego. Consequentemente, tal problema pode impossibilitar a formação de recursos cognitivos e profissionais.
Outrossim, cabe pontuar que a ausência de incitação dentro do núcleo familiar- advindo de relações superficiais- também contribui com as dificuldades que a juventude enfrenta acerca dos seus estudos e da sua entrada ao mercado de trabalho. A título de exemplo, no filme “Mãos Talentosas”, que conta a real história de Benjamin Carson, em que, apesar de ter tido problemas na infância, sempre teve o apoio de sua mãe, que, em disso virtude, tornado-se o primeiro neurologista a separar gêmeos siameses. Nesse prisma, é notória uma pesquisa do amparo da família nessas circunstâncias deploráveis, isto é, a sua instigação é primordial para uma população entre 15 e 29 anos de desenvolver nos âmbitos estudantis e econômico. Não obstante, caso a ação aplicável não seja efetivada, poderá haver riscos para aquisição dos notáveis “futuros da nação”.
Destarte, percebe-se o quão grave é um problemática dos índices altos de jovens que nem estudam e nem trabalha, portanto, é preciso de medidas para amenizar o impasse. Por isso, faz-se premente o Ministério da Educação, em parceria com o Ministério do Trabalho, criem, nas escolas, uma matéria, integrada no 5º ano, apresentada por meio de palestras, cujo seu intuito será explicado como profissões, com até divididos em “Áreas do conhecimento” e “salários”. Diante disso, será criado a fim de enfatizar a importância da educação para com um futuro promissor. Assim, tal plano pode proporcionar a inserção, nós, ramos trabalhistas, e também cooperar na criação de uma mentalidade mais crítica. Desse modo, a nação brasileira pode se aproximar da sociedade ditada por Thomas More.