A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil
Enviada em 26/07/2021
A Constitução Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê, em seu artigo 6°, o direito à educação como inerente a cada de cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase quando se observa o número de jovens que nem trabalham e nem estudam. Desse modo, faz-se imperiosa analisar a falta de medidas governamentais e a os problemas que a pobreza ocasionam no Brasil.
Em primeiro lugar, ressalta-se o carecimento de ações do governo para combater esse obstáculo. Nesse sentido, segundo os ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre seu papel de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indipensáveis, como a educação frágil dos indivíduos, o qual é evidente essa falta perante a necessidade de combater os altos índices de jovens que não trabalham e que estão fora da escola. Sendo assim, é notório que medidas devem ser tomadas para desconstruir essas marcas decorente a essa questão social.
Ademais, atrelado a isso, salienta-se a pobreza no Brasil como impulsinador do imapasse. Nesse viés, o filósofo Immanuel Kant, o homem é aquilo que a educação faz dele. Nessa conjuntura, o ensino educacional é de extrema importância para o jovem, porém, se ele for falho em seu processo se torna um dos fatores que contribui para o problema, junto a ela está a carência finaceira das famílias brasileiras, que se for deixada de lado como algo inrrelevante pode causar a má formação do jovem em relação ao seu aprendizado estudantil, podendo no futuro, prejudica-lo como profissional, tornando-se insuficiênte para o mercado de trabalho.
Portanto, o Ministério da Educação (MEC) com seu poder transformador, por meio de verbas governamentais, crie escolas profissionalizantes para os jovens e casas de ajuda financeira para as famílias necessitadas, com o objetivo de estimular os estudantes a planejar seu futuro e que a classe mais pobre tenha se sustentar. Assim, se estabelecendo uma sociedade digna, em que o Estado cumpre seu “contrato social”.