A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil
Enviada em 25/11/2021
A precariedade no Brasil a cada ano que passa esta aumentando mais e mais. Quase 67% dos jovens “nem-nem”, por exemplo, não têm instrução e mesmo nas capitais, o número de jovens que não trabalham nem estudam cresceu, entre 2014 e 2020, passando de 19,1% para 26,5%.
É relevante perceber que essa pandemia provocou o aumento nos níveis de pobreza , em questão geral “ tudo aumentou”
As razões para os altos índices de jovens que nem estudam são problemas com habilidades cognitivas e socioemocionais, falta de políticas públicas, obrigações familiares com parentes e filhos, entre outros…
A questao dos jovens de hoje não querem trabalhar e possivel notar-mos que a maioria dos nem-nem pertencentes à subcategoria de gravidez, saúde ou incapacidade e afazeres domésticos afirma outros motivos para não procurar emprego no momento. “A pandemia está desmotivando os jovens a buscarem tanto aos estudos como para o emprego”.
Os numeros de crianças e adolescentes que estudam estão reduzindo cada vez mais,tanto em escolas públicas como particulares, uma parte desse problema esta dentro de casa, pois o incentivo de ir estudar e trabalhar é um dever dos pais, o que muitos não tem apresentando nesses ultimos anos.
Cada vez é mais difícil alimentar sonhos, perspectivas de futuro melhor. Podem oferecer cursos técnicos aos jovens, tentando aumentar a mão de obra disponível, mas se não entendermos que a educação deve ir além de formar para o mercado de trabalho, não encontraremos solução.
Uma boa educação deve garantir ao jovem o sentimento de pertencimento, a motivação para a mudança de sua realidade pessoal e da realidade de seu entorno. Deve primar pela aprendizagem baseada em projeto de vida, projeto que permita realizar sonhos. A educação precisa despertar, desde a mais tenra idade, motivação interna. A semente pode ser de boa qualidade, mas, se não encontrar um solo fértil, ela não lhe dará frutos.