A necessidade de debater as doenças mentais

Enviada em 22/04/2018

As deficiências mentais englobam dislexia, autismo, síndrome de Down, demência senil, depressão entre outros, causados por diversos fatores. Na antiguidade as doenças mentais era praticamente um assunto intocável, a ponto em que as famílias escondiam seus parentes portadores de anomalias. No século 21, isso avançou, porém não de forma que os os incluídos diretamente na sociedade.

Um elemento crucial para o aumento de principalmente crianças portadores, é o fato de que as drogas auxiliam para que apareçam cada vez mais. O governo coloca como lei a total inclusão em todos os meios, porém não oferece preparação para aprendizagem de como lidar com os mesmos. As escolas contam com um grande numero de crianças nessas condições, sem ter nenhum tipo de preparação e auxilio para lidar com eles, ocasionando em surtos em meio a sala de aula sem acompanhamento correto.

Essa parte da sociedade, que só vem aumentando, é colocada de lado, até mesmo na momento em que os incluem em escolas sem profissionais aptos a dar-los o conhecimento de uma forma especifica que seja mais acessível a eles. Isso pode nos ser confirmado por pesquisas como de Maria Antónia Frasquilho, psiquiatra: “Á partida parece impensável que as crianças tenham problemas emocionais e psíquicos. Porém, está provado que muitos milhões de crianças no mundo sofrem de depressão. Esta doença aparece em mais do que 1 em cada 1000 da crianças que têm entre 10 e 14 anos. O suicídio é das principais causas de morte dos adolescentes. Pelo menos 4 em 100 000 crianças têm autismo, uma doença grave que dá sinais nos primeiros anos de vida.”

Nosso papel de ser humano é demonstrar o minimo afeto e consideração a estes. Podemos seguir o mesmo ritmo da sociedade, excluindo ou colocando como bobagem suas fraquezas. É necessário reconsiderar os atos e buscar formas de inclui-los ou ao menos que não os possibilite intensificar suas dificuldades.