A necessidade de debater as doenças mentais
Enviada em 22/04/2018
A Importância do Saber
Na Idade Média pessoas com doenças mentais eram excluídas pela sociedade, tal ato ainda está presente pela falta de conhecimento dessas doenças pela população, pois podem ser confundidas muitas vezes com aspectos habituais da vida corrida.
A maioria dos casos de doenças mentais são desenvolvidos com o tempo. A falta de percepção de vida além dos padrões coagidos pela sociedade, pode contribuir no aumento de paranoias que, se não forem tratadas corretamente, é capaz de se agravar.
Com as redes sociais, a era da informação, os nossos problemas e a falta de tempo, os relacionamentos acabaram se tornando superficiais, sendo dialogado o mínimo de informações e somente as necessárias de acordo com o interesse do outro. Mostrar fragilidade afasta as pessoas, pois procuramos tudo o que seja de fácil entendimento e com soluções instantâneas.
Nos é imposto pelas pressões sociais que precisamos ser felizes em todos os aspectos possíveis sem reclamações, e que nossos problemas devem ser resolvidos por nós, sem qualquer ajuda exterior. Aquelas pessoas que procuram ajuda de psicólogos, muitas vezes são mal vistas, pois é considerado “frescura” ou são generalizadas como loucas por preconceitos arcaicos que ainda existem.
Doenças podem ser desenvolvidas a qualquer momento. Problemas todos temos, mesmo tentando esconder e postando fotos e frases felizes na internet. Procurar ajuda de terapeutas é capaz expandir horizontes, fazendo acreditarmos mais em nós mesmos e nos enxergando por inteiro, nossas facilidades e dificuldade.
O Ministério da Educação deveria incluir nos currículos escolares conteúdos que abordassem a importância dos relacionamentos intensos para a saúde e bem-estar de todos nós como um apoio coletivo entre todos para que desde pequenos aprendermos que podemos nos ajudar.