A necessidade de debater as doenças mentais
Enviada em 22/04/2018
Inclusão dos deficientes mentais
Na Idade Média pessoas que tinham transtornos mentais eram tratadas com o maior desrespeito e deixadas de lado, não podemos ser hipócritas ao poto de falarmos que essa situação deixou de existir, pois ainda sim nos dias de hoje há pessoas quem mantém o mesmo pensamento de séculos atras, achando certo tratar quem tem doenças e transtornos mentais com desprezo e desrespeito. O número de pessoas afetadas ultrapassa os 400 milhões, no Brasil a estimativa é de 23 milhões, contando com níveis, fracos, médios e graves.
Uma das menos graves entre os níveis é o transtorno de ansiedade que segundo a OMS tem em média 18 milhões de brasileiros que sofrem desse transtorno. Uma outra doença que vem crescendo cada vez mais, principalmente os jovens é a depressão, que segundo a OMS atinge cerca de 322 milhões de pessoas no mundo sendo 11,2 milhões de brasileiros, suas principais causas de afetar os jovens é devido ao bullying e ao cyberbullying, e entre os adultos é devido a dificuldade financeira, e problemas familiares, é uma doença que se não tratada pode ter como consequência o suicídio. A esquizofrenia é considerada um transtorno grave e persistente, o tratamento costuma ser necessário para toda a vida, a idade em que a doença mais se desenvolve é de 41 a 60 anos.
É de suma importância fazer uma inclusão maior nos afetados, no caso de quem sofre depressão a maioria dos afetados se sente excluído e sem importância, e isso faz com que se agrave ainda mais, em um estudo feito com pessoas portadoras de transtornos como depressão e ansiedade mostrou que houve melhoras quando elas se sentem ouvidas e de certa forma aceitas, principalmente no caso da depressão, já nos casos de transtornos mais graves, o sistema de saúde deve contar com uma rede mais abrangente, adotar uma abordagem psicossocial, fazer busca por pacientes e apoio dos familiares, e melhorar as condições deploráveis dos hospícios, de forma que os internados não se sintam desprezíveis.