A necessidade de debater as doenças mentais
Enviada em 22/04/2018
Sabemos que doenças se estendem ate o âmbito da neurociência, e que a depressão é um exemplo de que mudanças hormonais provocados pelo cérebro podem acarretar comportamentos que já são catalogados como doenças. Talvez umas das mais combatidas e conhecidas doenças mentais seja a depressão, muito difícil de se tratar e perceber a sua residencia, atualmente sem cura.
Mas por que aderimos a doenças mentais e como elas se proliferam? a questão é que assim como a parte física a parte mental também é alimentada, mas essa por meio de vivências e experiências adquiridas com o tempo. A parte mental é divida em duas partes, a racional e a irracional, ou seja, a racional fica em função de memorias de curto prazo e pensamentos com base na razão moral de cada individuo, já a irracional se responsabiliza pela memorização de longo prazo e todo o funcionamento dos órgãos, a questão é que a memoria irracional grava não só o que queremos prestar atenção mas também mensagens, sons, exemplos que não precisamos estar realmente prestando atenção.
As doenças mentais se estabelecem nessas áreas cerebrais com esperancias que proporcionam ao individuo uma sensação de insegurança e medo desenfreadas que na maioria das vezes não consegue ser explicada pelo paciente, necessitamos entender também que doenças mentais não possuem cura, pois são memorias e associações mal feitas que são duradouras e só melhoram com a reestruturação dessas ideias por parte do próprio individuo, então processos para reverter casos de doenças mentais como a depressão devem ser abordados com um sentido mais amplo e explicativo de o porque daquela dor ou desconforto esta acontecendo.
Sendo muito ampla a gama de pessoas atingidas pelas doenças mentais hoje em dia devemos tomar cuidado com o que ingerimos à nossa memoria subconsciente e também ao que expomos a outras pessoas.