A necessidade de debater as doenças mentais

Enviada em 13/07/2018

As doenças mentais não são problemas atuais no mundo. Na Grécia antiga, cidadãos que fossem portador de alguma enfermidade, acabavam sofrendo assassinato ou exclusão pelos demais membros da sociedade grega. Atualmente, patologias como depressão ou ansiedade são herdadas por pressão familiar ou exclusão social. O que abre portas para suicídio e frustração psicossocial por parte do indivíduo portador.

A depressão é uma doença que impõe ao portador sentimentos de desqualificação e tristeza profunda. Muitas vezes, a família, por padrões estabelecidos pela sociedade - acabam frustrando alguém do seu ciclo. A exemplo: Uma pessoa entrar na universidade logo após à conclusão do ensino médio. O que leva o indivíduo a uma “pressão-individual” e aderir-se ao sentimento de culpa.

Ademais, outro fato relevante é a ansiedade. Esta que qualquer pessoa obtém através de suas emoções particulares, pessoas que acabam submetendo-se a algum evento como entrevista de emprego ou alguma festividade diária, quando não obtém um determinado sucesso: A promoção ou o enquadramento em determinado grupo social - finda obtendo angústia e isolamento. Aumentando e, muitas vezes, desenvolvendo ainda mais esta patologia.

Tendo em vista os argumentos apresentados, é extremamente necessário que aconteça debates sobre doenças mentais na sociedade. Portanto, a mídia deve intensificar seus debates com profissionais especializados na área como psiquiatras e psicólogos acerca dos “sintomas” herdados por estas, como também desenvolver propagandas acerca dos esteriótipos construídos ao longo do tempo pela sociedade contemporânea para que seja levantando novos pensamentos para que os agentes passivos da mesma acabe sensibilizando-se e aderindo-se ao novo pensamento para que se possa diminuir e, até mesmo, cessar às patologias, pois, já dizia Sigma: “mentes abertas cultivam almas saudáveis.