A necessidade de debater as doenças mentais
Enviada em 17/08/2018
É indubitável a necessidade do debate sobre doenças mentais pois, segundo pesquisas milhares de pessoas são diagnosticadas com várias dessas enfermidades diariamente. Levando a ser um tabu na sociedade por falta de conhecimento por parte dos familiares, além do preconceito.
A família acaba influenciando na melhora ou piora do individuo, sendo que, muitos não sabem como lidar por não ter paciência, instrução de como proceder em situações críticas e até por não aceitar que a pessoas é doente. Como mostra um fato histórico marcante é do hospital colônia de Barbacena em Minas Gerais que familiares deixavam no hospício e nunca mais voltavam, gerando um problema psicológico maior, tendo como consequência os sentimentos de abandono, inutilidade e tristeza.
Observamos que, não é só a família que é leiga mas também a população como um todo sendo mais fácil demonstrar preconceito. Isso é visto quando, alguns chegam a dizer que não é doença, é falta do que fazer, levando a piadas degradantes. Ocorre que tais indivíduos excluem e isolam quando descobre o problema tornando mais difícil um relacionamento e amizades duradouras.
De modo exposto, percebe - se que é necessário o debate para que tenha soluções eficazes, sendo assim, não seja cometido os erros do passado. As peças midiáticas como novelar, propaganda e o teatro podem mostrar a importância de levar a informação para as famílias e a todo o brasil de como lidar, respeitar e aceitar a diferença. Além disso, a escola deve direcionar os alunos com a inserção desse assunto por meio de livros, palestras com psicólogos e psiquiatras levando ao debate gerando a troca de informações, por meio do MEC e o Ministério da Saúde. Ademais, as redes sociais podem ser poderosas em ajudar a mostrar como é o dia - a dia, as dificuldade e desafios, como o YouTube, Facebook, Twitter e Instagram mostrando por vídeos diários. Dessa e outras maneiras iremos ver no pleno sentido da palavra a veracidade das palavras de Platão que “o importante não é viver, mas viver bem” pode ser realidade para todos.