A necessidade de debater as doenças mentais

Enviada em 01/10/2018

A temática das doenças mentais, é uma questão deletéria quando o assunto é saúde pública no Brasil. Nesse contexto, não há dúvidas de que essa problemática envolve não só a exclusão do indivíduo da coletividade como também, há um tabu em falar dos transtornos psiquiátricos. Portanto, esses obstáculos devem ser superados para que uma sociedade integrada seja alcançada com êxito.

Primeiramente, é incontestável que isenção do doente do meio coletivo, é um problema social. De acordo com as leis Newtonianas, para toda ação há uma reação. Diante de tal contexto, esse viés pode se dar por fatores biológicos, danos ou traumas ao longo da sua vida. Assim, é inegável que essas patologias necessitam de mais atenção, visto que, tendem a se manifestar principalmente na infância.

Faz-se relevante ainda, salientar a falta de informações sobre essas enfermidades, como impulsionador do problema. De acordo com o portal de notícias G1, cerca de 20% dos adultos, tendem a sofrer algum tipo de transtorno mental na puberdade. Logo, de maneira análoga, o diagnóstico precoce de um profissional, é de extrema necessidade para que o tratamento seja realizado e haja mais possibilidade de reabilitação.

Sendo assim, é indispensável a adoção de medidas capazes de solucionar este problema. Posto isso, cabe o Governo, aliado as escolas, dialogar quanto a incidência de casos e o respeito ao doente a fim de auxiliá-lo a buscar ajuda médica para que seu transtorno seja acompanhado por um especialista e, logo, tratado. Assim, o Ministério da Saúde deve ampliar o SUS (Sistema Único de Saúde), com uma infraestrutura digna ao povo mais carente, com psicólogos, psiquiatras e neurologistas para que o paciente sinta-se acolhido e tenha seu problema resolvido.