A necessidade de debater as doenças mentais
Enviada em 29/10/2018
No que tange ao perigo de transtornos e doenças mentais, é possível afirmar que diversos desses problemas muitas vezes são vistos como algo irrelevante, mas acabam mostrando-se graves caso não tratados no momento certo. Mais de 20% da população adulta sofre algum tipo de transtorno mental durante sua vida e mais de 400 milhões no mundo todo, o descaso que a maiorias das pessoas tem com o tema prova-se o maior empecilho no tratamento dos afetados. O século 21 é o que possui mais casos de transtornos e doenças mentais, entretanto, o nível de casos sem solução e mortes se mostram bastante preocupantes.
À priori deve-se pontuar, de início, que a ignorância gera a negligencia. Dessa maneira, infere-se que que existe pouca divulgação a respeito de doenças como a depressão, ansiedade e transtorno de bipolaridade . Essas são doenças que com acompanhamento médico, são possível de conviver. Contudo, tais doenças são tratadas como tabus, sendo portanto censuradas, o que impossibilita a abordagem delas na sociedade, tornando o doente marginalizado, o que o priva de diversas oportunidades, como a ingressão no mercado de trabalho.
Ademais, a psicofobia que é o preconceito por pessoas com doenças mentais, que além de ser um crime, negligencia e dificulta um pedido de ajuda ou o tratamento,ao passo que dificulta o diagnóstico, de uma pessoa com os sintomas de distúrbio do pânico por exemplo, sendo necessário conscientizar e desconstruir esse comportamento, considerando que nesses casos o apoio familiar e social é imprescindível para que haja superação Assim, é necessária uma maior compreensão destas enfermidades para que elas sejam levadas a sério e abordadas com especialistas.
Portanto, a partir dos fatos supracitados é evidente que para garantir o direito, estabelecido constitucionalmente, de saúde para todos, tornou-se imprescindível mudanças no contexto social de como se portar em relação a essas doenças. Logo, seria ideal que medidas com o a implantação de psicoterapias e diagnósticos periódicos de instituições do Ministério da Saúde, aliado às esferas estaduais e municipais com o atendimento de psicólogos em postos de saúde dos municípios, bem como a realização de palestras em escolas, r o preconceito destas enfermidades poderiam ser desconstruídos gradativamente.