A necessidade de debater as doenças mentais

Enviada em 29/10/2018

Dentre as doenças mentais existentes, estão o transtorno afetivo bipolar, ansiedade, a esquizofrenia e outras psicoses, sendo a mais comum a depressão, que é considerada pela OMS (Organização Mundial de Saúde) o maior problema de saúde pública no mundo, pois ela pode evoluir para problemas mais sérios como o abusos de drogas e até mesmo o suicídio.

Assim afirmou o presidente Robert Paris da CVV (Centro de Valorização da Vida) em reportagem do Galileu em 2017, que a depressão é uma doença que mais mata. Cerca de 90% dos casos de suicídio são evitáveis, além do mais os jovens e adolescentes estão entre as principais vítimas, isso se dá devido aos conflitos normais para faixa etária como insegurança em relação ao futuro, pressões para tomadas de decisões, que podem se agravar para patologia.

Em consequência disso o número de atentados contra a própria vida vêm crescendo assustadoramente, necessitando assim uma preocupação maior relacionado ao assunto. O maior entrave é a interpretação dos indícios da doença, diferenciar sofrimentos emocionais comuns de um transtorno. Não é qualquer tristeza que é depressão, mas a tristeza profunda ligada a perda de vontades de realizar tarefas é sinal de alerta.

Assim diante do exposto se mostra a necessidade de combater os conflitos mentais e se torna primordial a detecção dos indícios para que não se tornem problemas mais sérios no futuro, colocar como disciplina curricular a psicologia é um dos caminhos para preparar os jovens para a fase adulta, os auxiliando a resolver conflitos internos.A atenção maior das políticas públicas ao acesso de atendimentos para tratamentos e atenção continuada para as pessoas que sofrem ou sofreram da depressão, pois não há nenhuma medicação de efeito rápido que resolva um quadro depressivo.