A necessidade de debater as doenças mentais
Enviada em 14/01/2019
Desde o final da idade média e início do Renascimento, pessoas que apresentavam comportamentos desviantes eram deixados de lado pela sociedade. Eles eram chamados de loucos e muitas vezes eram trancados com criminosos para afastar suas influências das pessoas ditas normais. Uma vez que pessoas que têm esquizofrenia, depressão, transtorno de bipolaridade dentre outros, não deveriam serem marginalizados da sociedade, e sim integrado,e ter fazer o tratamento adequado da sua doença.
Entretanto, doenças e transtornos mentais afetam mais de 400 milhões de pessoas em todo o mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com o órgão da Organização das Nações Unidas (ONU), entre 75% e 85% das pessoas que sofrem desses males não têm acesso a tratamento adequado. No Brasil, a estimativa é de que 23 milhões de pessoas passem por tais problemas, sendo ao menos 5 milhões em níveis de moderado a grave.
Porém, para a ONU a falta de tratamento adequado,à saúde mental faz com que tais enfermidades ocupem posições de destaque no ranking das doenças que mais atingem a população mundial. O que além da falta de tratamento adequado, essas pessoas muitas das vezes ficam marginalizadas da sociedade e acabam por sofrer preconceito.
Portanto, conforme os argumentos supracitados, é de suma importância que o Governo Federal e Estado, possam investir no Ministério da Saúde para que o mesmo também possa investir em profissionais capacitados e tratamentos adequados e especializados para que possam garantir uma melhora na saúde dessas pessoas que apresentam tais transtornos já citado, o Governo Federal e a câmara dos deputados criarem leis que assegurem o tratamento adequado dessas pessoas, e o Ministério da Saúde possam promover palestras, de como lidar com pessoas que apresentam esses transtornos e uma forma de integra-las,feito isso tais pessoas terão o tratamento adequado, e a saúde mental deles melhorará.