A necessidade de debater as doenças mentais
Enviada em 21/02/2019
Um preconceito velado
Atualmente a sociedade vem desenvolvendo a banalização das doenças mentais, seja por meio das redes sociais ou ainda da pejoratividade histórica aplicada ao acompanhamento psiquiátrico. Contudo, sociólogos organicistas problematizam tal ocorrido diante do consequente suicídio, tal qual aumenta seu índice quando não debatido.
Ao longo da história do Brasil, o hospício de Barbacena foi cenário de atrocidades e alienações contra os doentes mentais, tais quais sofriam discriminação social e eram internados para a tortura em tal ambiente. Com isso, segundo a psicologia, acontecimentos assim refletem na atualidade veladamente, em que vê- se a persistência do preconceito aqueles. O que gera o predomínio da ignorância quanto ao assunto, o que acarrenta, por ventura, à cronicidade do problema, pois o debate e o diálogo para os profissionais da saúde e cientistas sociais, é o início de um tratamento.
Igualmente, especialistas como Émile Durkheim, reafirma a teoria psicológica de que é essencial para o indivíduo sentir- se inserido na sociedade, e logo, com o conhecimento de sua mente e suas limitações. Pois, doenças como a depressão e ansiedade, podem desenvolver o então criticado tema pelo sociólogo, o suicídio, onde em cidades como São Paulo, há maior dificuldade da sociedade ligar- se as instituições sociais, gerando tal ato.
Em síntese, cabe a mídia juntamente com o MEC, desenvolver programações em horário nobre, em que haja psicólogos e psiquiatras debatendo sobre a mente humana, a fim de massificar o conhecimento adequado, assim podendo gerar ao afastamento do preconceito em favor do bem comum. Como também, cabe aos educadores implementar nas aulas, a busca pelo autoconhecimento e empatia, por meio de brincadeiras e dinâmicas de inclusão, como diálogos sobre a mente e sua diferenças, para então desenvolver o respeito e o humanismo desde a base estudantil.