A necessidade de debater as doenças mentais

Enviada em 24/04/2019

Clarice Lispector, autora de “A hora da estrela”, buscou retratar por meio da personagem Macabea, a solidão e o vazio existencial em sua obra, analogamente tem-se na realidade grandes índices de doenças mentais que se dão como consequência de tais conflitos expostos por Clarice. Isso reflete hodiernamente de forma significativa na saúde de milhões de pessoas, precipuamente, jovens, de modo a ser essencial o debate sobre tais questões e o incentivo ao autoconhecimento e valorização pessoal.

Em primeiro plano, vale ressaltar que o corpo se faz do reflexo da alma, por conseguinte os conflitos internos refletem diretamente na saúde do indivíduo, já que além de outros aspectos, pessoas que apresentam doenças mentais na maioria das vezes perdem apetite e outros estímulos. Sendo assim, o autoconhecimento é de suma importância, já que este permite que o ser humano note seu verdadeiro valor e passe a sentir-se suficiente para si mesmo, de forma a evitar e combater distúrbios mentais.     Em segundo plano, faz-se necessário passar ao maior número de pessoas possíveis, a extrema importância da valorização a vida, para que assim seja atenuado o enorme índice de suicídios relatados nos últimos 5 anos, pelo G1 e diversas outras plataformas. Tal fato exige análise e urgentes intervenções de forma abrangente, visto que a sociedade do século XXI torna-se cada vez mais frágil e sujeita às doenças.

Tendo em vista o exposto acima, cabe a abrangente instituição, a escola, aderir ao cronograma letivo, aulas da disciplina socioemocional, com professores capacitados e pedagógicos, de modo a passar de forma direta a reflexão a respeito da vida e o autoconhecimento aos alunos, logo estes consequentemente passaram a valorizar a saúde mental, de modo a conciliar isso aos seus estudos, para que assim sejam formados futuros grandes profissionais e pessoas saudáveis.