A necessidade de debater as doenças mentais
Enviada em 26/05/2019
Na segunda fase do Romantismo, conhecida como mal do século, foi caracterizada por poemas pessimistas que retratavam a angústia existencialista dos autores. Sob essa ótica,no século atual esses transtornos existenciais estão cada vez mais presentes no cotidiano pós-moderno, porém ainda é vista com “maus olhos” pela sociedade. Dessa forma,o uso intensificado de aparelhos celulares como também a necessidade de aceitação são problemáticas atreladas a doenças mentais que precisam ser debatidas.
Primeiramente, vale salientar que diante da perspectiva supracitada o má uso de aparelhos tecnológicos estão gerando jovens e crianças mais propensas à manipulação de sites que incitam à prática suicida. Assim, como é descrita na música “desconstrução” de Tiago Iorc, cada vez mais que necessita-se aliviar a dor existencial na internet mais a singularidade da humanidade entra em ruína. Diante disso, a intensificação do vício tecnológico,atualmente,precisa ser debatida no âmbito familiar que mostra-se distante “(…)nem a própria mãe compreendia.”
Em segundo lugar, é válido ressaltar que a necessidade de aceitação acarreta em frustrações que posteriormente poderá gerar transtornos mentais. Acerca dessa lógica, desde a Idade Média pessoas que apresentavam quaisquer caráter psicológico abalado eram condenadas como problema para a sociedade. Por conseguinte, tais atos são reflexos de hoje no âmbito familiar ou escolar, quando há uma exclusão de cidadãos que precisam de ajuda.
Em síntese, as doenças mentais atreladas ao má uso da tecnologia e de aceitação precisam ser debatidos. Para tanto,as instituições escolares são responsáveis pela educação digital e inclusão do alunos,com o intuito de tornar mais fácil o debate de transtornos psicológicos. Logo, deve-se incluir palestras educacionais de forma lúdica desde o ensino fundamental-pois, as doenças mentais estão presentes também em crianças. Dessa forma,as futuras gerações saibam debater sobre esta problemática.