A necessidade de debater as doenças mentais

Enviada em 16/08/2019

Na segunda metade do século XIX, houve a gênese do estudo de uma das mazelas psíquicas mais substanciais da coletividade. Tal mazela, iniciou com a globalização, na qual houve o advento da internet, o qual passou estipular um padrão de vida ideal. De fato, eis a face do desinteresse coletivo com essa temática.

Esse desinteresse se dá, em primeiro momento, do desastroso papel que o Estado promove no tocante à essa temática. Segundo dados da OMS, cerca de 33% da população mundial, sofre de ansiedade, uma matéria que faz eco ao pensamento comum da sociedade, sobretudo operadores psíquicos, para os quais a postura leniente do Estado para com a ansiedade chancela o cenário de preocupação. Ora, se o olhar público ainda se mostra longíguo, sobra o colapso do famigerado mal do século.        Outrossim, paralela à essa problemática subsiste outro fator substancial: o desamparo da sociedade. Na mitologia grega, Sísifo foi condenado por Zeus a rolar uma enorme pedra morro acima eternamente. Esse mito assemelha-se à luta cotidiana dos cidadãos brasileiros, os quais buscam ultrapassar barreiras que os separam do direito, como por exemplo, à um profissional qualificado da área. Logo, se esse cenário induz o desamparo, sobra um molde de vulnerabilidade recrudescente.

Com o fito de gestar uma consciência coletiva sobre a ansiedade soergue elencar dois atores. O primeiro recai no Poder Público o qual deve promover palestras mensais com psicólogos, facilitar o acesso por meio de ‘cartões de saúde’, a fim de auxiliar o coletivo a lidar com as emoções e possibilitar o acesso pata todos. Ademais, a coletividade deve açular por meio de campanhas vinculadas nas plataformas digitais, como também, buscar apoio ao profissional específico, a fim de facilitar o acesso à todos para promoção de saúde à todos. Afinal, ’’ temos de nos tornar a mudança que queremos ver" denota Gandhi.