A necessidade de debater as doenças mentais

Enviada em 12/09/2019

No filme dramaturgo, “Um dia de fúria”, retrata o cenário de um personagem chamado Willian, que precisa lidar com as situações diária como a poluição, trânsito e problemas no trabalho, desencadeando a Síndrome de Burnout. Na realidade, nota-se uma multiplicação de indivíduos como Willian que também sofre desse transtorno. Diante disso, deve-se analisar como a pobreza e a exclusão emocional causam a problemática em questão.

Em primeiro plano, evidencia-se a disparidade financeira, na qual a hierarquia do poder excluem os grupos dominados.Conforme a inserção do Capitalismo, houve uma separação de classes, haja vista que os grupos que possuem maior poder aquisitivo são aqueles que dominam o mercado de trabalho, concentrando todo o lucro nas mãos de uma comunidade elitizada.Consequentemente os considerados proletariados trabalham exaustivamente para alcançar um padrão de vida.

Outrossim, a exaustão emocional pode ser apontada como responsável pelo o cansaço físico. Nesse sentido, o Transtorno de Burnout pode ser a porta não só para os sintomas de ansiedade, mas também para a depressão, afetando de forma marcante a vida das pessoas.De acordo com o G1.Globo, o Mato Grosso instituiu Agosto verde como o mês de prevenção à saúde mental, promovendo atividades para combater, por exemplo, o desanimo e a prostração.

Portanto, é necessário medidas para alterar esse cenário. Para que isso ocorra, o Ministério da Saúde, juntamente com a Mídia, promova documentários sobre os cuidados a saúde psicológica e física  no mercado de trabalho, por meio de canais abertos na tv, com a finalidade de conscientizar os cidadãos  a procurarem ajuda, como por exemplos, consultas regulares. Além do mais, os Sindicatos poderiam realizar greves e manifestações organizadas, com o intuito de reivindicar melhores condições de salário. Dessa forma, a problemática em questão deixará de ser uma realidade da população.