A necessidade de debater as doenças mentais
Enviada em 16/09/2019
O cubo mágico apresenta o desafio de organizar 54 posições com o objetivo de igualar cada face da mesma cor. Nessa perspectiva, evidencia-se a semelhança da sociedade com esse brinquedo, porquê apesar de possuir várias condições - sociais, econômicas e culturais - ainda necessita debater sobre doenças mentais, que por questões históricas, nem sempre foram consideradas doenças. E hoje em dia, são bastante frequentes no ambiente escolar, mas ainda é considerado um assunto impróprio para ser discutido.
Num primeiro momento, percebe-se que a escola é o local no qual a criança e o adolescente se desenvolve no âmbito intelectual e social, amadurecendo seu comportamento. Mas isso nem sempre é realidade, pois há vários jovens que não conseguem lidar com seus sentimentos e por consequência os índices escolares diminuem, e eles acabam se afastando dos colegas e amigos, podendo desenvolver transtornos depressivos e ansiosos. Além do mais, há vários pais que não se importam com seus filhos, agravando o problema.
Em seguida, é importante ressaltar que em pleno século XXI, ainda existem pais que são ausentes na vida de seus filhos e possuem preconceitos com algumas doenças. Dado que, vários pais possuem um pensamento retrogrado e consideram as doenças mentais como falta do que fazer, ou até mesmo são influenciados por religiões que dizem que esses transtornos são causados pela falta de Deus, parecido com o que acontecia na Grécia Antiga, que considerava essas doenças castigos divino. Assim, nota-se o aumento dos casos desses problemas mentais por razão desse assunto ser tão banalizado.
Visto isso, é necessário medidas para amenizar o impasse. O primeiro passo deve ser dado pelo MEC (Ministério da Educação) que tem como missão aprimorar e consolidar a educação nacional de qualidade, junto com estados e municípios, implantando medidas para ajudar a criança e o adolescente ao desenvolvimento emocional, com auxílio de profissionais da área saúde como: psicólogos e psicopedagogos. Para que doenças mentais não sejam tratadas como tabus na sociedade e assim como o jogo, o problema seja resolvido.