A necessidade de debater as doenças mentais

Enviada em 17/10/2019

A Constituição Federal, de 1988, prevê a todo cidadão o direito a vida, previdência social e a saúde. No Brasil, entretanto, a falta de mobilização do Estado  de não investir em medida preventiva para reduzir o número de surto mentais no âmbito nacional. Nesse sentido, convém analisarmos as causas, consequências e possível solução para intervir no empasse.

Deve-se pontuar, de inicio, que há carência de interesse do governante investir em campanha de mobilização para desconstruir os tabus relacionados às doenças mentais. De acordo com os dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) apenas 30 % da sociedade brasileira procura tratamento para cura de pressão e síndrome do pânico. Diante desse contexto, é inegável um país que um corpo social em pleno desenvolvimento econômico carência de movimentação do próprio Estado para solucionar problema  básico como investimento na saúde publica.

Outrossim, a sociedade sofrem a influencia da geração ultrarromântica marcada por temática como o pessimismo doentio e desejo  pela morte como a única solução para a vida, contribui para o crescente número de suicídio no cenário nacional. Segundo o escrito e jornalista Paulo Coelho, prever os conflitos da atualidade ao afirmar “estamos em constante processo de mudança”. Desse modo, o preconceito em relacionar doença mentais como coisa de doido infelizmente colabora para o atraso na descoberta do diagnostico da doença e o tratamento correto.

Evidencia-se, portanto, para que as prescriçãos constitucionais não seja apenas teórica, mais se tornem medidas prática, é necessária uma ação mais organizada do Estado. Assim, o papel do Governo Federal e o Ministério da saúde devem fazer a intervenção por meio campanhas educativa nas escolas com debate e seminário desconstruir a visão negativa de doença mentais nos livros literário. Espera-se, com isso,que a mídia trabalhar no projeto educativo incentivado o apoio familiar com diálogo e assistência médica para prevenção e melhor cuidado a vida. A ação iniciada hoje pode mudar todo o futuro da sociedade brasileira.