A necessidade de debater as doenças mentais
Enviada em 30/10/2019
A psiquiatra brasileira, Nilse da Siveira, revolucionou o método de tratamento da loucura no Brasil de forma humanitária e inovadora que eté então era acometida pelos médicos com choque elétrico e agressividade. Todavia, no contexto atual, é alarmante o crescimento de doenças mentais no país, o que implica a necessidade de debater sobre essa temática e coordenar esforços entre a esfera pública e social no intuito de atenuar tal mazela.
Deve-se pontuar, de início, que há uma negligência do Estado quanto à implementação, à garantia e propagação de políticas públicas voltadas para esse setor, tendo em vista que é questão de saúde pública. Logo, contraria o artigo 196, da Constituição de 1988, na qual infere que é dever do Estado garantir mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença, ao acesso universal e igualitário às ações de serviço para sua promoção, proteção e recuperação. No entanto, existe u
Ademais, observa-se que a sociedade contemporânea banaliza doenças mentais. Posto que, essa conduta é decorrente de um fenômeno denominado “banalidade do mal” discutido pela filósofa Hannah Arendt, que explica certos atos danosos se tornaram banais, o que suprime a capacidade de reflexão e julgamento dos indivíduos. Por força disso, houve uma tendência, principalmente do público jovem, de romantizar e incrementar modismos sobre a depressão e ansiedade. Essa incongruência e descaso torna projetos como a Reforma psiquiatrica que lu
Por conseguinte,
ministério da saúde deve criar campanhas criativas que visem alcançar o público de todas as idades através dos meios de comunicação em massa, com youturbers famosos falando sobre doenças mentais e divulgar a Reforma pisiquiatrica, com objetivo de que o artigo 196 seja cumprido e doenças psicológica não seja banalizada