A necessidade de debater as doenças mentais

Enviada em 31/10/2019

Na antiguidade grega (Século XII a.C ao VI d.C), os transtornos mentais não eram tratados como doenças, tinham caráter mitológico e eram uma espécie de ponte com o oculto, entretanto, com o avanço da psicanálise, descobriu-se que são enfermidades patológicas. Ademais, na era tecnológica atual há uma pressão social forte, com padrões de beleza pré-estabelecidos, em que tudo deve estar perfeito; como consequência, a saúde mental é afetada, assim, contraindo doenças, como a depressão e a ansiedade compulsória.

Nesse viés, a depressão - sentimento de tristeza intensa e profunda -  é  diretamente ligada a algo que está no passado, desse modo, de acordo com o canal de notícias Globo (G1), ela é a doença mental com maior incidência no planeta, cerca de 6% das mulheres e 10% dos homens já tiveram, é indubitável que esse dado é alarmante, pois em sua maioria, o suicídio provém da depressão.

Outrossim, a ansiedade compulsória - nervosismo e preocupações intensas - também é muito comum, e está ligada ao futuro, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), houve um aumento  mundial de 14,4% nos casos de ansiedade em que os indivíduos pensam demais no que irá acontecer, e não conseguem fazer nada, de tal forma, que pode gerar até fobia social.

Em suma análise, é notório que  se deve debater sobre as doenças mentais, de tal forma, é necessário que o Ministério da Saúde - órgão responsável pela saúde pública - faça o projeto: “Mente Saudável”, por meio de publicidades na internet e na televisão, com o propósito de conscientizar as pessoas que problemas mentais não são frescura. Por certo, a depressão e a ansiedade são doenças extremamente sensíveis, que exigem cuidado, como dizia Buda: “O segredo da saúde mental está em não se lamentar pelo passado, não se preocupar com o futuro, mas sim, viver sabiamente o presente”