A necessidade de debater as doenças mentais
Enviada em 01/11/2019
O filme Coringa, retrata a vida de Arthur, um comediante que têm doenças mentais que vai buscar ajuda de uma assistente social que não leva ele tão a sério. No entanto, quando se observa esse ideal cinematográfico no Brasil, nota-se que essa ideia é interiormente ligada à realidade do país. Seja pelo acesso limitado, seja pela lenta mudança de mentalidade social. É indubitável que a questão do inato e a sua aplicação esteja entre as causas do problema. Segundo Martin Luther King, toda hora é a hora de se fazer o que é o certo. De maneira similar, é possível perceber no nosso país que o acesso limitado rompe esse entendimento. Conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), em países de baixa e média renda, entre 85% das pessoas com transtornos mentais não recebem tratamento. Fazendo assim, a saúde pública em aspecto privilegiado.
Outrossim, destaca-se a lenta mudança de mentalidade social como mobilizadora desta causa. De acordo com Martin Luther King, não há nada mais perigoso do que a ignorância humana. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que existe um preconceito com pessoas com transtornos mentais. Frequentemente necessitam de ajuda para adaptar-se às suas necessidades. Neste contexto, a sociedade insiste em classificar como “inválidos”. Assim, transmitindo esse pensamento de geração a geração, agravando esse problema no nosso país.
É evidente, portanto que há dificuldade para construir um mundo melhor. Logo, o Estado deve criar mais centros psicológicos como CAPS e hospitais psiquiátricos em regiões de pouco acesso, para gerar tratamento igualitário de forma rápida e eficiente. Assim, promover uma qualidade de vida a todos. O Ministério da Saúde deve ampliar campanhas de abrangências nacional, como forma de conscientização sobre doenças mentais, com objetivo de acabar o preconceito. A Fim, de que não viva a realidade das sombras, como a mitologia da caverna.