A necessidade de debater as doenças mentais
Enviada em 28/12/2020
Até estudos mais modernos juntamente com ações informativas sobre, as pessoas com doenças psíquicas eram vistas de forma preconceita e taxadas de vários estereótipos por outras pessoas. Isso ocorria, geralmente, por conta de ignorância e falta de empatia por parte das pessoas que não entendiam o porquê das pessoas doentes agirem ou serem de tal forma. Dito isso, recentemente, felizmente, essa realidade começou a mudar no mundo. Mas, por outro lado, o governo brasileiro ainda possui alguns desafios para conseguir trazer essa conscientização à população brasileira também.
Em primeiro lugar, vale ressaltar que essas doenças podem estar sujeitas a qualquer pessoa e de qualquer idade. Em resumo, transtornos, como ansiedade e depressão são distúrbios que podem ocorrer com qualquer pessoa, pois se fundamentam em disfunções hormonais e químicas no Sistema Nervoso Central, isso é, podendo ter causas determinadas ou não. Além disso, já é sabido pela a área acadêmica da psicologia e neurociência que essas doenças podem afetar muitas vezes o sistema imunológico da pessoa debilitada por essas disfunções. Assim sendo, são informações como essas e várias outras que a maior parte da população brasileira ainda precisa adquirir.
Da mesma forma, é preciso debater as consequências dessa falta de conhecimento referente às essas doenças psicológicas. Logo, como já dito antes, há os fatores voltados ao preconceito e estereótipo que pessoas podem promover, mas também outros fatores, como: a falta de empregabo para essas pessoas afetadas, a falta de apoio e de ajuda que essas pessoas poderiam receber e etc. Sob essa ótica, infelizmente é possível perceber que esses fatores são influenciados pelo o preconceito, que é caracterizado principalmente por uma falta de conhecimento perante essas doenças.
Fora isso, há o impacto que as redes sociais proporciona também. Por exemplo, é notório que redes sociais, como o “Instagram” e o “Facebook”, vêm sendo grandes causadoras de debilidades mentais, isso é, por conta do excesso de conteúdo publicitário que as pessoas acabam estando expostas e por conta da idealização de certos estilos de vida, como, por exemplo, a idealização de um “corpo perfeito”.
Portanto, medidas são necessárias para que esse debate esteja mais em pauta. Com isso, o governo, por meio do Ministério da Saúde deve investir em progamas informativos sobre essas doenças e suas respectivas consequências em canais de TV abertos e também em canais alternativos, como canais no “Youtube”. Ou seja, a ideia seria informar de forma clara e coerente o que são essas doenças e suas respectivas consequências. Dessa forma, o Ministério ajudaria a colocar o assunto em pauta e minimizaria a falta de conhecimento em cima desse fator tão infortuno e atual na sociedade. Ainda, o Ministério da mesma forma poderia salientar as pessoas dos males que as redes sociais podem causar.