A necessidade de debater as doenças mentais
Enviada em 14/01/2021
No livro “Quem é você, Alasca?”, do John Green é retratada a história do Miles e da Alasca, que escondia sua condição mental, quando em um dia ela foge da escola, alcoolizada, rumo ao túmulo de sua mãe, e no caminho, bate o carro e morre. De maneira análoga a isso, vemos a necessidade de quebrar o tabu e de se debater sobre as doenças mentais. Neste prisma, destacam-se dois aspectos importantes: o agravamento do problema devido ao ambiente hostil que o indivíduo pode estar inserido, e como pode acabar afetando qualquer faixa etária.
Primeiramente, é indubitável o agravamento das doenças mentais causadas pelo ambiente desagradavél que se pode estar inserido, seja da escola ou do trabalho. Desse modo a OMS (Organização mundial de saúde) classificou a depressão como o mal do século. Assim, é necessário se debater sobre a gravidade dessas patologias, apontando os sintomas e mostrando que é preciso que as pessoas busquem as formas de tratamentos existentes.
Outrossim, é nótorio como pode afetar qualquer idade, e qualquer pessoa. Dessa forma, na série televisiva “One day at time”, a personagem, Penélope, que com seus 40 anos, é diagnosticada com depreesão, e começa a fazer o uso de remédios e frenquentar terapia escondido de sua mãe, que não acreditava na veracidade dessa doença. Ademais, a série aborda a necessidade de se cuidas da saúde mental, e a melhor forma de lidar com esses transtornos.
Em vista dos fatos supracitados, faz-se necessário a adoção de medidas que venham ampliar os debates sobre doenças mentais. Por conseguinte, é mister que o MEC (Ministério da Educação e Cultura) juntamente com o CVV ( Centro de valorização a vida disponibilizem psicólogos a todos, e principalmente nas escolas, e abordem sobre a temática nas aulas, a fim de que os jovens tenham apoio e ciência de que não é frescura, e nem loucura. Somente assim, sendo capaz de evitar perdas como a vida da Alasca, no livro “Quem é você, Alasca?”.