A necessidade de debater as doenças mentais

Enviada em 18/01/2021

Segundo Zygmunt Bauman, filósofo e sociológo polonês, ‘‘Não as crises que mudam o mundo e sim nossa reação a elas’’. Muito se tem discutido, recentemente, a respeito do preconceito ligado ás doenças mentais na sociedade hordiena brasileira, ‘‘A insatisfação é o primeiro passo para o progresso de um homem ou de uma nação’’ disse Oscar Wilde, escritor britãnico. Então, diante disso, nota-se na ausência de informações sobre a depressão, ansiedade, transtornos obssesivo-compulsinto e entres outros transtornos, na escassez de tratamentos, visto que lugares carentes não possuem  e o falso mundo que os indivíduos da internet criam.

Em primeiro lugar, ‘‘O conhecimento lhe dará a oportunidade de fazer a diferença’’ disse Claire Faign, educadora norte-americana. Nessa lógica, o ser humano deveria compreender que a saúde mental está relacionada coma vida social, já que a maior parte das pessoas que sabem, tem uma rede de ensino adequada. Todavia, nem todo colégio instiga o aluno a ter compreensão e entendimento sobre a própria saúde mental, por ter vergonha. Outra lacuna, é a falta de entendimento dos parentes, que não captam uma pessoa triste mesmo aparentado alegria.

Em uma segunda análise, o mundo ideal que as redes socias tem a oferecer, é só um rótulo para demonstrar uma falsa felicidade, uma pessoa irreverente, porém a vida digital só está formando pessoas com baixo auto estima e traumas, pois muitas não conseguem enxergar o foco da realidade e de como necessitam de um tratamento, para que os transtornos não entre em um caminho só de ida. Outro problema, é que mesmo com a internet na mão, ainda não encontramos um jeito de ajuda, ‘‘Tornamo-nos deuses na tecnologia mas permanecemos macaco na vida’’ disse Arnold Tonnybee, historiador britânico.

Infere-se, portanto, o compromisso de debater as doenças mentais que na organização social atual ainda é um recurso desprovido na identidade nacional, por isso, são indispensáveis medidas que possam minimizar a situação. Em suma, cabe aos Ministérios da Saúde e da Educação em parceria com ONG’s, o auxílio de progressar conferências em escolas com professores e familías, ingressar com  projetos de apoio com profissionais da área de psicológia. Além disso, faz-se crucial o STF(Supremo Tribunal Federal) invista em tratamentos em lugares carentes, e melhoria no sistema de saúde, e auxiliar atravez da mídia com eficiência, para que haja ajuda na população.