A necessidade de debater as doenças mentais

Enviada em 18/01/2021

Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratado um corpo social perfeito sem qualquer conflito ou barreira social. No entanto, hodiernamente, é o oposto do que é visto na obra uma vez que o estigma associado às doenças mentais é um empecilho na idealização do autor. Essa realidade antagônica é fruto tanto da exclusão social por desinformado referente ao problema, como também um exaustão do cotidiano.

A princípio, observar que, preocupação associada às doenças mentais não apenas existem, como vêm gradualmente crescendo. Dessa maneira, é preciso buscar as causas dessa questão, entre as quais a exclusão social ocasionada pela desinformação referente às doenças psiquiátricas. Tal fato, ocorre devido ao problema ser visto pela sociedade como um “tabu”, assim, refletido-se na precariedade de informações. Esse fator atua como agravante na formação de um problema social com dimensões maiores, a exemplo da dificuldade em admitir os transtornos mentais.

Outrossim, é possível analisar que, outro ponto que mereça atenção é a exaustão do cotidiano como impulsionador. Exemplos disso pode-se encontrar na mídia. No site “G1”, é exibido uma reportagem do aumento de  números de casos de pessoas que desenvolvem alguma doença mental durante o isolamento social. Desse modo, é indubitável que fatos impactantes do dia a dia interfere diretamente no estado mental da pessoa.

Portanto, algo precisa ser feito com precisão para amenizar a problemática no território brasileiro. Logo, as famílias, e educadores deve abordar assuntos considerados “tabus”, incluindo doenças psiquiátricas por meio de diálogos com intuito de informar. Ademais, cabe ao Ministério da Saúde, por meio de amplas conversas entre Governo Federal e especialistas no assunto, criar acompanhamentos psicológicos em postos de saúde com finalidade de ajudar a população a cuidar da saúde mental, e consequentemente, aprevinir manifestações de doenças mentais.